sexta-feira, 15 de julho de 2011

Queremos justiça!

Não vejo explicações do porquê, mais uma vez, fomos prejudicados pelo STJD, com a punição à Douglas por 4 jogos! Conforme consta, STJD é o Superior Tribunal de Justiça Desportiva. Justiça, de acordo com os dicionários, é a Virtude que consiste em dar ou deixar a cada um o que por direito lhe pertence. Sendo assim, não me conformo com o tratamento dado ao Grêmio em comparação com os de outros clubes brasileiros, sobretudo os paulistas e cariocas. 
Com efeito, é valido ressaltar um exemplo que me revolta e com certeza, a maioria dos Gremistas se indispõem. O jogador Kléber do Palmeiras, inúmeras vezes agrediu atletas, reclamou com árbitros e a punição foi insignificante ou o atleta foi absolvido. No entanto, o juiz Cláudio Mercante, relatou na súmula que o jogador Gremista reclamou de forma severa e a retalhação foi de 4 jogos, com 3 ainda para cumprir. 
Novamente, recorro ao significado de justiça mencionado anteriormente como sendo o que por direito lhe ou nos pertence. Portanto, é inadmissível que tenhamos diferentes regras e direitos do que certos clubes. Resta agora para nós, TORCEDORES GREMISTAS, que justiça seja feita e que a punição ao nosso jogador seja revista e minimizada. 
                                                                                                                 Por @Jandrey_jgo 

Até Onde Vai o Direito de Cada Jogador?


Nosso noticiário tem destacado a declaração polêmica do Marquinhos, dizendo que ele e Douglas devem jogar juntos na meia cancha do nosso Tricolor. A resposta da Direção foi: “Jogador joga e treinador treina”. Eis que surge a pergunta-título deste post: até onde vai a liberdade de expressão de cada jogador?
Existem muitos casos de jogadores que, ao longo do tempo, acabam tendo poder de opinião dentro do vestiário. No São Paulo, por exemplo, independente de quem seja o treinador, Rogério Ceni tem “poder de veto” em quase todas as decisões do time. Quando nosso rival ribeirinho nasceu para o futebol, com seu time de 2006, Fernandão, Iarley e Clemer compuseram o “Triunvirato Colorado”. Porém, em ambos os casos, os jogadores citados tinham tempo longo de casa e títulos.
Voltando pro nosso caso. Marquinhos acabou de chegar. Ainda está se entrosando com o grupo, precisa de tempo pra pensar em “botar ordem no galinheiro”. Mas, não esqueçamos, essa função é do Julinho. Não é dele, nem de jogador nenhum. Reivindicar titularidade? Querer mostrar serviço? Tudo bem. Faça isso jogando, aproveitando as chances que receber. Assim como faz Mário Fernandes, por exemplo. Mário Doril sempre deixou claro que quer ser zagueiro, que essa é sua posição preferencial. Mas em algum momento você ouviu alguma reclamação por parte dele? Não. Pelo contrário, ele sempre agradeceu por ter uma oportunidade como lateral, pois, pelo menos, estava jogando.
Marquinhos, bruxismo é uma prática que não é cultuada por nossa torcida. Mas voltar-se contra o treinador tão cedo assim também não é muito boa coisa. Jogador rebelde não costuma cair nas graças da torcida. Pelo menos, mostre serviço primeiro. Assim fica mais fácil saber se vale a pena defendê-lo numa discussão dessas. E Julinho, não deixe que vaidades tomem conta do vestiário. Ter opiniões pra lhe ajudar é uma coisa, ter gente “metendo o bedelho” no teu trabalho, é outra.

                                                                                                    Por @MaUrInHoDuTrA


quinta-feira, 14 de julho de 2011

A Arte do Cabeceio e a Alegria que Vem do Alto

Uma bola vinda da linha de fundo, uma falta no bico da área, um escanteio, quem sabe. Ele sobe, mais alto que todos, e faz a alegria da galera. Quem? O centroavante. Essa figura que tem a missão de destrancar o cadeado pra que soltemos o grito de gol preso na garganta, popularmente conhecido como “o matador”, o “terror da grande área”.
Hoje em dia, o futebol cresceu muito no assunto força física. E a marcação, por esse motivo, fica cada vez mais forte, dificultando as jogadas pelo chão. Dificuldade de criação de jogada significa dificuldade de marcar gol. A não ser que uma brecha do zagueiro, ou um frango do goleiro façam o serviço sujo.
Ficamos acostumados a ver muitos gols de falta, criados por jogadores habilidosos e batida por poucos detentores desse talento. Gols de fora da área, graças a chutes potentes, etc. Mas não adianta, a maior fonte de gols do futebol de nosso cotidiano é a bola aérea. E aí, acabamos voltando ao início do texto.
Mobiliza-se um “esquadrão de apoio”, composto por laterais, meias e atacantes, para o abastecimento de bolas ao cara que fica, muitas vezes, solitário entre os zagueiros adversários. Ele se posiciona, chama a atenção, foge dos zagueiros, tudo pra poder receber uma só bola em condições de confirmar sua “função na carteira de trabalho”: marcar gols. O camisa nove, normalmente, é um cara sem tanta técnica, alto, desengonçado em alguns tipos, como nosso lendário artilheiro Jardel, um dos melhores do assunto, ao lado do alemão Klinsmann, Leivinha, entre outros.
Assisti Grêmio x Coritiba no domingo, e, ao ver o gol de Gilberto Silva (que não é centroavante), um TIRO, diga-se de passagem, pensei nesse fato como motivação pra esse texto: não se faz centroavante cabeceador no futebol brasileiro. Prova disso é que gols de cabeça, atualmente, são marcados por zagueiros, como Lúcio (Internazionale), Réver (hoje no Galo, ex- Grêmio), Índio (Inter), só pra ficar na nossa aldeia. Nem mesmo Ronaldo e Romário, grandes matadores, eram bons cabeceadores. E nas categorias de base, fato que me preocupa em termos de Grêmio, também não se revelam atletas com esse talento.
Fica a dica a você, garoto de boa estatura das categorias de base, ou até mesmo você, profissional que ganha um bom salário no seu clube. Aprimore esse fundamento, treine muito, e exija que seu time tenha bons cruzadores. Afinal, cabeceio é, sim, uma arte. E toda arte deve ser valorizada e aprimorada, pra que não caia no esquecimento.

                                                                                          Por @MaUrInHoDuTrA

            

terça-feira, 21 de junho de 2011

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