segunda-feira, 5 de março de 2012

Retomada Animadora

Foto  Uol

Depois da eliminação diante do Caxias, nos pênaltis, e de uma semana cheia e puxada de treinamentos, chegou a hora de começar a Taça Farroupilha, o returno do Gauchão 2012. E não poderia ter sido melhor: com vitória fora de casa, o que é sempre importante.
O jogo em Gravataí, primeiro confronto profissional entre Grêmio e Cerâmica pela elite do futebol gaúcho foi quente. Em todos os sentidos. Teve um Grêmio querendo exercer domínio desde os primeiros instantes. E conseguiu, graças às ideias de futebol do técnico Luxemburgo, impressas no time com os trabalhos da semana. Tanto que aos 5 minutos, André Lima já apareceu na cara do goleiro César, batendo à esquerda da trave.
O time da Grande Porto Alegre procurava responder com velocidade. E quatro minutos depois, assustou com Rogerinho, batendo forte do bico da área. Mas São Victor mostrou, de novo, que está de volta e espalmou para escanteio, uma grande defesa. Mas, mesmo com o susto, o gol do Tricolor não demorou a sair.
Aos 13 minutos, Marco Antônio lançou Marquinhos na área, um lindo lançamento. O meia foi derrubado na área e Kléber bateu com categoria, chegando ao seu 7º gol e ao posto de vice artilheiro do campeonato. Grêmio 1x0.
O Grêmio seguiu pressionando, perdendo chances e dando poucos espaços ao time do Cerâmica, exceto aos 38 minutos, quando Cidinho bateu cruzado, à esquerda do gol gremista. Mas, aos 44, o segundo gol gremista esteve novamente perto de acontecer. Marco Antônio bateu escanteio, André Lima subiu mais alto que todos e mandou no ângulo, mas o goleiro César foi impecável e voou para fazer a defesa.
O domingo também marcou as estreias de Pará, novo lateral-direito no elenco, que entrou no intervalo na vaga de Léo Gago e do meia Facundo Bertoglio, a grande esperança da torcida para o meio-campo, entrando aos 29 minutos, com grande movimentação e alta técnica. Pará entrou no intervalo, junto com Marcelo Moreno, que voltou do amistoso da Bolívia e recebeu injeção no ombro para aliviar a dor e poder participar do jogo. As entradas dos dois melhoraram a movimentação do time, com Moreno criando mais uma chance de marcar o segundo, que acabou em escanteio.
Aos 3 minutos, o Cerâmica chegou de novo. Pedro bateu falta, Victor afastou de soco, mas na sobra, Saraiva bateu e a bola explodiu no goleiro gremista e foi para escanteio, que, aliás, resultou, finalmente, no segundo gol do Grêmio. Um contra-ataque veloz que deixou Marco Antônio na cara de César. Com categoria, ele só tirou do goleiro com a perna esquerda, um golaço. Grêmio 2x0. O Cerâmica ainda diminuiu aos 14, com Zeferino, mas o Grêmio acalmou os ânimos e consolidou a vitória por 2x1.
Agora, o foco é a Copa do Brasil, grande objetivo do semestre. A viagem longa, o calor de Aracaju e o sempre perigoso fato de se enfrentar um time pequeno e desconhecido são os perigos. É preciso jogar com raça e seriedade, mas vamos buscar a vitória, se possível, sem jogo de volta.
Força e raça, meu Grêmio.
por @maurinhodutra

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Infelicidade na Serra

Foto Gremio.net

Infelicidade na Serra

   Não faltou respeito ao Caxias, não faltou empenho, não faltou vontade. Mas, mesmo
assim, fomos eliminados da Taça Piratini nesta semifinal. Perdemos a chance de garantir vaga
antecipada na decisão do Gauchão 2012 e a chance de melhorar de vez o clima da vitória no
Gre-Nal.

   Foi um jogo difícil, truncado, complicado para os dois times. Um jogo de poucas
chances de gol no Estádio Centenário. Apesar de o Grêmio exercer maior domínio da bola no
decorrer do jogo, essa superioridade apenas foi aparecer em números no segundo tempo, no
gol de Kléber, em mais um passe de Marco Antônio.

   O desfalque de Léo Gago, que ficou de fora do jogo por tomar um medicamento
proibido para tratar um resfriado, foi prejudicial. Marquinhos entrou em seu lugar, mas não
deu a mesma mecânica de jogo ao time. O que tornou nosso meio-campo mais lento.

   Marcelo Moreno, com dores no ombro, jogou, mas teve seu desempenho debilitado.
Kléber aparecia bem no ataque, mais uma vez. Mas o meio-campo, de novo, é que foi nosso
grande problema na partida. Seu único momento de destaque foi quando Marco Antônio deu
um belo passe para Kléber abrir o placar, repetindo a parceria da quarta-feira.

   A lateral-direita foi problema. O ataque do Caxias usou a “Avenida Gabriel” para tentar
crescer, mas, pra nossa sorte, havia Gilberto Silva, que foi um gigante na zaga. Quem esteve
abaixo foi Fernando, que deixou de fazer um gol que seria importante e cometeu mais um
erro, semelhante ao que cometera no Gre-Nal. E, no futebol, quem muito erra é punido.

   Nosso erro veio justo no momento mais crucial do jogo: os cinco minutos finais. O
Caxias empatou o jogo aos 39 minutos de jogo, em mais um erro de bola aérea na defesa
gremista. Um pecado capital que nos levou à decisão por pênaltis. E aí é que a vaca foi para o
brejo.

   Os batedores tiveram sucesso em todas as cobranças, de ambos os lados. Pelo Grêmio,
bateram Kléber, André Lima e Gilberto Silva. Pelo Caxias, bateram Mateus, Michel e Fabinho.
Até que Marco Antônio foi para a bola: uma cobrança tecnicamente ruim, à meia-altura,
colocada. Tudo o que os goleiros mais gostam: Paulo Sérgio pegou. Na sequência, Paraná e
Fernando bateram e a pressão caiu no colo dos dois goleiros. E para nosso azar, Victor acabou
dando-se mal. Paulo Sérgio bateu, também, a meia-altura. Mas como a bola foi forte, a defesa
de Victor fez com que a bola ricocheteasse na trave e tocasse em seu corpo, matando-o no
lance e matando também nossa vaga na final do primeiro turno. Final Caxias 5x4 Grêmio nos
pênaltis.

   Agora, resta trabalhar forte. Temos uma semana inteira sem jogos para treinar
bastante e reforçar o elenco. O segundo turno começa no fim de semana, contra o Cerâmica,
fora de casa. Precisamos melhorar em algumas coisas, e Luxemburgo terá tempo para pensar o
time a seu ponto de vista.

Força e raça, meu Grêmio.
Por @maurinhodutra

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

O ANO FINALMENTE COMEÇOU!


Como dizem o ano só inicia após o carnaval, pois para o GRÊMIO essa máxima é mais que válida. Finalmente o Grêmio mostrou o que quer neste ano após a vitória no GREnal 391. Como disse o Gladiador após o jogo, este GREnal deve ser um divisor de águas.
Valeu pela dedicação dos jogadores, e principalmente pelo campeão da América ROGER, mostrou mais uma vez sua estrela, invicto em GREnais como técnico.

Agora torçamos para que Vanderlei Luxemburgo consiga manter a motivação e organização que o time mostrou no GREnal. Após a vitória maiúscula sobre nosso rival, se o tricolor fracassar em Caxias do Sul certamente a desconfiança sobre o novo treinador será grande.

Vanderlei Luxemburgo é de uma escola diferente do que a torcida do Grêmio está acostumada a ver no Olimpico, mas não se pode negar que é um técnico multi-campeão.
Apesar de não conquistar um título de expressão nacional a mais de 6 anos, sempre foi um estrategista e monta bons times.


Chegou prometendo a vaga na Libertadores, quimera de todo gremista. Se conseguirá ou não, só o tempo irá mostrar. Fica a expectativa de que a direção dê o tempo necessário e não corte um trabalho pela metade, ou no início como foi com Caio Júnior.
Ambos, GRÊMIO e Luxemburgo, buscam algo em comum, uma reabilitação em sua história vitoriosa. Resta saber se irão se afinar e voltar com suas trajetórias vitórias, se o técnico terá toda convicção da direção em seu trabalho e se os jogadores apoiarão o novo treinador. Se ele tiver o vestiário na mão como Roger demonstrou ter no GREnal, e os jogadores entenderem suas idéias, será um passo fundamental para a torcida tricolor voltar a gritar: “é campeão”.
Mas a confiança dos jogadores, diretoria e torcida passa pela conquista da taça Piratini, se vencer cai em graça, caso contrário voltaremos a discutir quanto tempo um técnico deve ter para mostrar seu trabalho.
Desejamos que o Luxa retome seu talento e o GRÊMIO os títulos!

Saudações Tricolores.

                                                                                                 Por @EDpuchalski



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Polêmica Pouca é Bobagem


Nesta quinta-feira, passada a euforia da vitória no Clássico Gre-Nal, a Direção apresentou Vanderlei Luxemburgo como novo técnico do nosso Imortal Tricolor. Profissional de currículo altamente respeitável e popularmente polêmico, o treinador concedeu sua primeira entrevista coletiva.
Mas, discursos e respostas à parte, a grande polêmica da entrevista não esteve nas questões referentes à equipe que, geralmente, compõe a comissão técnica particular de Luxa, nem no choque de perfis entre seus times e o histórico do Grêmio, muito menos no jejum de grandes títulos do novo “professor”.
A grande polêmica da vez, pasmem, passou você sabe por onde? Pelo número da camisa que Vanderlei Luxemburgo recebeu das mãos do Presidente do Grêmio, o Deputado Paulo Odone.
Você não está acreditando no que eu vos escrevo? Então, vamos aos fatos e assim, provavelmente, você me entenderá, caro torcedor:
Todos sabem que, no Brasil, os partidos políticos são representados por três características: seu nome oficial, sua sigla, e, como motivo desta polêmica, o número que o partido recebe e é destacado nos períodos eleitorais. Por exemplo: o PT, Partido dos Trabalhadores, partido que atualmente comanda o Brasil e nosso Rio Grande, possui o número 13.
E, como sabemos, nosso presidente Odone é membro do PPS, o Partido Popular Socialista, designado pelo número 23. E, para deleite da corneta generalizada, qual foi o número da camisa que Luxa recebeu? O 23.
Aí vem o questionamento: “foi oportunismo puro. Odone é deputado, Luxemburgo também tem ligação com a política. Simples, deu a ele uma camisa com o número de seu partido, coisas de marqueteiro, bajulador”.
Não, amigo torcedor. Não foi nada disso. Quer dizer então que cada jogador que escolhe o número de sua camiseta defende um partido político? De acordo com esta tese, Mário Fernandes é petista (13), o zagueiro Grolli, camisa 15, é do PMDB? Não são assim que as coisas funcionam.
Antes de se criar uma polêmica, seja um pouco racional. Luxa, na sua coletiva, falou em iniciar a “Era Luxa” no Grêmio. Em que dia esta era está começando? Eureka! Dia 23, não é mesmo? Então, vamos parar um pouco de procurar pêlo em ovo, criar polêmica por qualquer motivo. Vamos deixar para criar polêmica sobre Luxa, caso seja necessário, quando ele já tiver tempo de trabalho suficiente para isso. Por enquanto, vamos falar mais um pouco de política e fazer como diz aquela frase sobre o ex-presidente Lula:
“Deixem o homem trabalhar”.
Força e raça, meu Grêmio.
            Por @maurinhodutra

Clássico é Clássico ou nem sempre?


Foto: Lucas Uebel / Grêmio.net
   Clássico é Clássico,não é?É fato que essa máxima não se aplica ao GRE-Nal 391 realizado na noite de ontem,em um jogo que apenas o Grêmio jogou,demonstrando raça,vontade de vencer e realmente qualidade técnica para superar o até então favorito inter,que,muitas vezes,chamamos ele de rival.Coisas do futebol!
   Confesso que nos últimos dois anos,não assistia um Grêmio jogando tão bem como na partida do ontem,envolveu completamente o time adversário,mesmo após o gol,mantinha a marcação adiantada e a posse de bola era controlada pelo Tricolor.Vale ressaltar que três jogadores tiveram um desempenho superior em relação ao restante do time,caso do goleiro Victor,o volante Souza e nosso gladiador e autor do segundo gol, Kléber.
   No entanto,o meu maior intuito ao escrever essa matéria, é destacar a maneira que “DESTRUÍMOS” esse favoritismo,assim como o time favorito.Sim,Gremistas,”DESTRUÍMOS” o nosso conterrâneo juntamente com a soberba que desde o Mazembe persegue o lado vermelho do Rio Grande do Sul.Ontem,felizmente,demonstramos que ainda somos o Dono do Sul,por mais que tentem nos derruba,a Peleia continua e não é qualquer timinho que “DESTRÓI” o Imortal Tricolor.
Dessa forma,mantendo a humildade é que enfrentamos mais um clássico no final de semana contra o Caxias,esperamos que dessa vez a máxima citada prevaleça e que realmente contra o time da serra seja um clássico! E aí Gremistas,meu time está na semifinal da taça Piratini e o de vocês? “Ui,o inter vencerá o GRE-Nal com facilidade”! Será?Nos comentários abaixo,podem deixar suas risadas...
@Jandrey_Jgo

A Quarta-feira de Cinzas Mais Azul da História

A Quarta-feira de Cinzas Mais Azul da História
Não iria haver nem graça. Seria uma goleada estrondosa. Eles eram os grandes favoritos. O Inter iria crescer e mostrar sua superioridade dentro de seus domínios. O elenco deles é melhor.
Falou-se muita coisa nos dias que antecederam a partida, mas esqueceu-se que era o Grêmio quem estava do outro lado. E, quando se fala em Grêmio, meu amigo, não se pode duvidar de nada. Não importa se a fase é boa ou ruim, se o time é forte ou não tem nenhum grande destaque, esse clube cresce. Isso é Grêmio.
O cenário para o clássico 391 era tenso e tenebroso. Um time cheio de desconfiança, uma derrota com má atuação diante do São José, que culminou na queda precoce de Caio Júnior do comando da equipe. Será que Roger conseguiria motivar os jogadores e armar um bom time para eliminar o grande time do Internacional, dentro do estádio Beira-Rio?
Conseguiu. E muito bem, diga-se de passagem. O esquema equilibrado, com Gilberto Silva na zaga e três volantes (Fernando, Léo Gago e Souza) deu maior poder de marcação, tanto que acabou anulando os armadores colorados D’Alessandro e Oscar. E, de quebra, deu maior liberdade para Marco Antônio jogar. Foi sua melhor atuação com a camisa gremista.
Léo Gago fez o primeiro, em uma cobrança de falta. Marco Antônio cruzou na área, a bola sobrou para nosso camisa 8, que enfiou um petardo de canhota. Ela explodiu na trave, batendo nas costas de Muriel para fazer a festa da Nação Tricolor e brindar a superioridade gremista na partida.
Na reta final da primeira etapa, o Inter ainda empatou, após erro de Fernando. Dagoberto arrancou com a bola dominada e deixou Damião na cara de Victor. O centroavante colorado venceu o primeiro duelo da noite contra nosso goleiro e colocou na rede.
Mas esta quarta-feira de cinzas haveria de terminar azul. O Grêmio voltou para a segunda etapa disposto a manter o ritmo e sair do gramado da av. Padre Cacique com a classificação na mão. E continuou lutando, batalhando, marcando forte e atacando. Principalmente nas grandes atuações de Souza e Léo Gago, que aterrorizavam a defesa colorada.
A pressão seguiu forte, chegando a se consolidar na grande jogada de Marco Antônio. Depois de ser praticamente amputado por Índio, Kléber apareceu nas costas da zaga, livre, leve e solto, depois de uma belíssima enfiada de bola do nosso nº 11. E aí, o Gladiador não perdoa. Foi um tapa seco, cheio de categoria e sangue nos olhos para fazer 2x1 e calar a torcida colorada.
Agora, Luxemburgo chega e apresenta-se a um time de ânimo revigorado e alto astral para seguir adiante no campeonato e enfrentar o Caxias, em Caxias do sul, rumo ao título do 1º turno do Gauchão e da vaga na Grande Final.
Aos jogadores, a Comissão Técnica, a Direção e a você, torcedor que acreditou: muito obrigado.
Força e raça, meu Grêmio.
Por @maurinhodutra

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Luxemburgo é o treinador do Grêmio, SÓ nos resta apoiar!




Saudações tricolores!

Eu queria ter tido um carnaval de tranquilidade, jogar na quarta-feira de cinzas um jogo tranquilo para chegar na semifinal do turno no gaúchão. Não foi assim. Perdemos, teremos GREnal e realmente jogamos muito mal.

Definitivamente não é o inicio de temporada que gostaríamos para o 2012 que queremos! Estou chateado, acredito que grande parte dos gremistas estejam, Luxemburgo não é o tipo de treinador que a maioria dos gremistas gostaria de ver treinando o tricolor, ainda mais em um ano que precisamos vencer.

Caio Júnior não estava começando bem, Pelaipe e Odone preferiram trocar agora, que depois, é uma aposta arriscada, mas é uma aposta. Disse aqui que o principal desafio para o Caio dar certo no Grêmio era não inventar, e a falta de recursos humanos, que ainda chegam, lesões, e outros contratempo de diversas ordens fizeram ele inventar, como Leandro de meia. Inventando ele deu desculpas para ser demitido.

Não gosto de despedir um treinador com tão pouco tempo de trabalho, mas não vejo virtudes no trabalho que façam da demissão uma aberração, embora a aberração seja a falta de convicção da diretoria que demite tão rápido alguém, contratado para ganhar títulos e dirigir um time mais forte e competitivo que os interiores.

Amanhã teremos um jogo em que a vitória seria um divisor de águas, que marcaria mais sorte que juízo. Independente do resultado é importante que o tricolor jogue muito bem o returno do campeonato gaúcho, se vencer o primeiro turno, garante o titulo sem final. Se não ganhar o primeiro turno, somente ganhando o segundo turno tem chances de disputar o titulo com o campeão do primeiro turno.

Então sobra torcer pro Luxemburgo. Luxemburgo é uma grande figura do futebol brasileiro. Pro bem e pro mal, não tem como contar a historia do futebol brasileiro nos últimos 20 anos sem falar nele. Ele dirigiu grandes times, a seleção, o Real Madrid, ganhou, perdeu, se envolveu em muitos escândalos, mas não deve ter desaprendido a treinar um time de futebol. Ele sabe conduzir um vestiário e com a preparação física do Paixão, com vontade de vencer, pode fazer um grande trabalho aqui.

Por tudo que relatei e pelo surgimento do Luxemburgo como estrela do futebol ter se dado no momento do último grande ciclo de vitórias do Grêmio, Palmeiras de Luxemburgo e Grêmio de Felipão disputaram Libertadores, Brasileiros, Copas do Brasil e com esta rivalidade o clima pesou e transformou ele em vilão para maioria dos gremistas.

Uma grande vantagem do Luxemburgo sobre qualquer outro, é que ele sabe muito bem administrar um elenco de jogadores rodados. Os boleiros respeitam ele: Kleber, Rodriguez, Moreno e outros são jogadores que precisam de pulso forte no vestiário em determinados momentos da temporada.

Acredito que agora é um momento histórico, uma das maiores pedras no sapato de Luxemburgo, o Grêmio, e o time que ele recebe para treinar e tentar dar a volta por cima, voltar a vencer no futebol brasileiro e quem sabe reabrir portas no exterior para outros trabalhos e mesmo seleção.

Boa sorte Luxemburgo e muita ousadia, tens que vencer e ganhar a simpatia da torcida, eu como tantos outros, tenho esperanças num ano vitorioso, mas somente acreditamos vendo as taças erguidas ou guardadas nos armários do Olimpico. Se tudo der certo voltaremos a pintar o RS e Brasil de Azul, Preto e Branco! Vamos tricolor!

@getuliovargasjr